Salários
Mediana mensal estimada a partir das faixas salariais, em R$ nominais
Carreira
Nível, modelo de trabalho, satisfação e mercado
Tecnologia
% de quem respondeu a cada pergunta, marcando todas as opções que usa no trabalho
IA generativa
Pergunta feita a partir de 2023
Diversidade
Gênero, raça, deficiência e percepção de discriminação
Metodologia e ressalvas
Leia antes de comparar os anos
- A amostra não é aleatória. São as pessoas que responderam à pesquisa da Data Hackers, e o tamanho muda por edição (de 1.765 a 5.293). Variações pequenas entre anos podem ser só ruído.
- Salário vem em faixas. A mediana é interpolada dentro da faixa em que cai. Os valores são nominais, sem correção pela inflação (o IPCA acumulado desde 2021 passa de 20%). Quem mora fora do Brasil fica de fora das análises de salário.
- A mediana geral mistura níveis. Parte da alta vem do perfil dos respondentes, que ficou mais sênior. Compare dentro de cada nível.
- O nível Especialista/Staff+ foi criado em 2025/26. Ele tira do grupo Sênior parte das pessoas mais bem pagas. Somando os dois grupos, a mediana de 2025/26 fica em R$ 13,9k.
- 2019 aparece só em duas séries: participação feminina e desemprego. As outras perguntas mudaram demais (não havia pergunta de nível, e a faixa salarial ia só até R$ 25k).
- Cargos foram agrupados: Arquiteto de Dados entra junto com Eng. de Dados, porque algumas edições tinham as duas opções numa só. A comparação usa 2022 como base, porque em 2021 Analytics Engineer vinha junto com BI.
- Linguagens param em 2024/25. Em 2025/26 a pergunta passou a ser sobre linguagens preferidas, não sobre uso no trabalho.
- Correções nos dados do Kaggle: em 2023, as colunas de cloud estão com os nomes trocados (o que está marcado como Azure/AWS/GCP é, na verdade, AWS/GCP/Azure; conferido contra a cloud preferida de cada pessoa). Em 2022, as colunas binárias de cloud registram a cloud preferida, então o uso foi tirado do campo de texto. Ferramentas de BI de 2022 ficaram de fora porque só têm cerca de 200 respostas no dataset.
- Percepção de discriminação: a pergunta foi respondida quase só por mulheres e por pessoas não brancas. O percentual é sobre quem respondeu dentro de cada grupo.
- Referência de raça: pessoas pretas e pardas são 55,5% da população brasileira no Censo 2022 do IBGE.
Fonte: datasets públicos da Data Hackers no Kaggle: pesquisa-data-hackers-2019, state-of-data-2021, state-of-data-2022, state-of-data-brazil-2023, state-of-data-brazil-20242025, state-of-data-brazil-2025-2026. Os nomes das colunas de cada edição estão mapeados em mapping/schema_map.yaml.